terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

FILLIPE SIQUEIRA + MAX TULIO

TEMA UM: PLANEJAMENTO URBANO E REGIONAL 



TXT: O planejamento das cidades teve início com o surgimento das primeiras civilizações, há cerca de seis mil anos. Os gregos desenvolveram os primeiros sistemas de esgoto e abastecimento de água, em cidades como Ágora e Acrópole. Um dos primeiros urbanistas conhecidos foi o grego Hipódamos de Mileto (498 –430 a.C.), planejou cidades como Pérgamo, Alexandria e Mileto, criando ruas e calçadas com diferentes dimensões de acordo com o local e número de pedestres. O PLANEJAMENTO URBANO e REGIONAL ganhou novos rumos durante a Revolução Industrial (1760 - 1830). Surgiram alguns problemas que levaram ao surgimento do Urbanismo como disciplina científica. Os planejadores passaram a reconhecer os dinamismos urbanos para adaptá-los de acordo com contextos sociais das próprias cidades, incluindo estética, segurança, transportes e sustentabilidade.

O conceito de planejamento urbano e regional pode ser definido como um estudo para desenvolver melhorias urbanísticas para minimizar problemas das cidades. Este estudo conta com alguns profissionais que são indispensáveis para este processo ex: engenheiros, arquitetos, sociólogos, geógrafos, antropólogos, historiadores, administradores e advogados. Este lidere se prontificam para propor e planejar soluções em centros urbanos ou planos de uma nova cidade. Para isso, eles realizam mapeamentos físicos e biológicos do território, Fazem levantamentos históricos e antropológicos para preservação patrimonial e realizam ainda análises sociais e econômicas com objetivo de elevar a qualidade de vida da população entre outros.



TEMA DOIS: CIDADE JARDIM




TXT:
CIDADE JARDIM
O recorte retirado do site: ricardotrevisan.com na reportagem de Cintia Perssolato do dia 10/09/2009. Trata-se do Conceito Cidade Jardim, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.
Cidade Jardim e um modelo de cidade criado no inicio do século XX, por Ebenezer Howard, a fim de solucionar problemas de urbanização devido à falta de infraestrutura ocasionada pela revolução industrial. Um modelo de cidade autônoma cercada por um cinturam verde num meio-termo de campo e cidade cujo objetivo é propor um espaço de rejeição e autonomia da cidade industrial, buscando assim um ambiente saldável com gestão comunitária e habitação de qualidade.

O surgimento das cidades Jardins foi formado devido ao êxodo rural, causado pela grande demanda de trabalho gerado pela indústria. Devido esta superlotação as consequências foram se tornando nitidamente um problema. A superlotação, a insalubridade do espaço e falta de infraestrutura era um problema comum desta época.

Para soluciona este problema foi proposto equacionar uma relação entre cidade e capo a fim de aproveitar as vantagens dos capôs eliminando as desvantagens das grandes cidades.

As cidades jardins se tornaram referência devido ao trabalho e Raymond Unwin e Barry Parker com suas características únicas que propuseram a integração entrem o edifício/jardim, a acomodação das condições naturais e o cuidado com as preservações ambientais. Toda cidade é projetada em uns amplos espaços vedes para recreação, principalmente nas periferias das cidades ao longo dos limites dos cinturões agrícolas.


LINK: https://ricardotrevisan.com/2009/09/10/o-conceito-cidade-jardim/


TEMA TRÊS: URBANISMO


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URBANIZAÇÃO

O recorte foi retirado do site: coladaweb.com, da reportagem de Renan Bardine. Trata-se de Urbanização, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.

“Uma cidade nasce a partir do momento em que um determinado número de pessoas se instala numa certa região através de um processo denominado de urbanização.”

A humanização é o processo mediante o qual uma população se instala e multiplica numa área dada que aos poucos se estruturam como cidade. Fenômenos como a industrialização e o crescimento demográfico são determinantes na formação das cidades que resultam, num entanto, da integração de diversas dimensões sociais, econômicas e culturais.

O principal motivo que leva uma cidade a sofrer o processo de urbanização, e a falta de infraestrutura ocasionada pela superlotação, saúde e educação com pouca qualidade, crescimento da indústria e a baixa qualidade de vida.
O processo de urbanização ocorre depois de um estudo socioeconômico, histórico-cultural, do sistema viário, ambiental e das legislações da cidade. Através deste estudo são ditadas novas melhorias, que buscam uma melhora na infraestrutura urbana, no desenho urbano no estatuto da cidade, na legislação e no fluxo. Resultando assim uma melhoria na qualidade de vida.
LINK: http://www.coladaweb.com/geografia/o-processo-de-urbanizacao

TEMA QUATRO: HABITAÇÃO SOCIAL


TXT:
HABITAÇÃO SOCIAL
 O recorte foi retirado do site: vitruvios.com.br, da reportagem de Marina Garcia de Abreu. Trata-se de Habitação de Interesse Social, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.

“A habitação de Interesse Social tem sido um tema de grande importância econômica e social do país, tendo recebido muita atenção por parte da comunidade acadêmica, o conhecimento sobre a produção intelectual em relação ao tema e indispensável para conhecer as reais situações de precariedades habitacionais existentes e os desvios nas politicas publicas, que se revelam incapazes de sanar a carência das camadas mais pobres da população”.

A população de baixa renda tende-se a habitar em locais de risco, inapropriados ou irregulares com muita falta de infraestrutura. Como contra ponta a uma iniciativa publica empenha em reduzir o déficit da oferta de imóveis residenciais de baixo custo visando à realocação de moradias irregulares em áreas de risco.

A iniciativa publica tem como objetivo de criar conjunto habitacional de qualidade e baixo custo para atender os moradores de baixa renda que foram realocados das áreas de risco. A iniciativa ainda conta como uma indenização para estas pessoas, podendo assim adquirir ou alugar imóveis através de financiamentos subsidiados pelo governo.  

LINK: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/15.178/5495

TEMA CINCO:  CONJUNTO HABITACIONAL
 



TXT:
                                                       CONJUNTO HABITACIONAL  
O recorte foi retirado do site: pocosdecaudas.mg.gov.br , da reportagem da Prefeitura de Poços de Caudas do dia 30/09/2014. Trata-se de Conjunto Habitacional, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.
Os conjuntos habitacionais são uma ferramenta utilizada através de uma iniciativa publica para tentar sanar um grande problema que é as habitações precárias.
“A prefeitura de poços de caldas lançou um conjunto de habitação morada do sol, que é um condomínio que será entregue às famílias com toda a infraestrutura necessária, com vias pavimentadas e meio-fio, redes pluviais e de esgotamento sanitário, calçadas com piso adequado para pessoas com limitação visual, água tratada, iluminação pública e aquecimento solar para a água dos chuveiros.”
Conjunto habitacional é um conjunto de edificações feitas através de identificação e seleção de áreas, análise dos aspectos legais, estudos de projetos de engenharia, arquitetura e impacto ambiental através de um programa governamental ex: minha casa minha vida, como o objetivo proporcionar moradias de qualidade e baixo custo.
As famílias de renda mensal de R$ 1.600, poderão cadastrar na prefeitura e no “Minha Casa Minha Vida” onde serão sorteados a fim de serem contempladas com uma moradia digna.
 
 LINK: http://www.pocosdecaldas.mg.gov.br/site/?p=18404

TEMA SEIS: ESTATUTO DA CIDADE




TXT:
 ESTATUTO DA CIDADE

O recorte foi retirado do site: infoescola.com, da reportagem da Carolina Faria. Trata-se de Estatuto da Cidade, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.
O estatuto da cidade e uma lei federal criada para regulamentar os artigos 182 e 183 da constituição federal que trata do desenvolvimento urbano e da função social da propriedade, cuja intenção e de democratizar a gestão da cidade brasileira através de instrumentos de gestão como plano diretor. O plano diretor e renovado a cada 10 anos através de audiências publicas e debates regido pelo os três poderes, Executivo, Legislativo, e Judiciário. O Executivo é formado pelos técnicos planejadores que são Arquitetos, Engenheiros, Sociólogos, Médicos e ETC. O Legislativo é responsável por criar leis nacionais criadas no senado pelos vereadores e deputados federais. O judiciário e o poder máximo que vigora leis, responsáveis por manter o cumprimento da mesma, a receita federal e as prefeituras municipais.
Junto estes três poderes são responsáveis por dar as diretrizes para ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana.
                                                                                                       

LINK: http://www.infoescola.com/administracao_/estatuto-da-cidade/

TEMA SETE: REIDY, A CONSTRUÇÃO DA UTOPIA.
LINK: http://www.archdaily.com.br/br/776776/uma-arquitetura-para-a-cidade-a-obra-de-affonso-eduardo-reidy

TEMA OITO: METROPOLIZAÇÃO



TXT - O recorte retirado do site: brasilescola.uol na reportagem de Rodolfo Alves Pena, trata-se de Metropolização, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.

    “Metropolização é o processo de desenvolvimento de uma determinada cidade e sua constituição como centralidade de uma região metropolitana”.  A necessidade do desenvolvimento de novas tecnologias gera empregos e isto gera a migração populacional de cidades menores ao redor da “cidade fornecedora de empregos”. Com a facilidade e a capacidade de gerar novos emprego a uma chance maior de novos investidores. Conseguintemente, as cidades ao redor são beneficiadas pelos novos investidores fazendo com que a mesma cresça e se torne dependentes e interligadas economicamente gerando assim um novo sistema de metrópole.

    A vantagem do fornecimento de novos empregos é a migração de novos trabalhadores e moradores que geram um giro de capital, podendo assim melhorar a urbanização e a verticalização que se torna necessária. A infraestrutura, o sistema viário, e as melhorias tecnológicas como um todo, fazem parte destas vantagens da metropolização. Consequentemente, o efeito da metropolização tem também suas desvantagens, como; a poluição ambiental e sonora gerada pelas indústrias e pelo fluxo de pessoas, a um grande aumento das doenças por produtos alimentícios industrializados, e se o crescimento desta metrópole for de uma forma desordenada ocorre o fenômeno que chamamos de Macrocefalia Urbana.

    A macrocefalia urbana é um problema social econômico e estrutural, causado pelo processo de marginalização das pessoas menos favorecidas, fazendo com que as mesmas ocupem moradias em áreas irregulares com falta de saneamento, desigualdade social e desemprego. A solução para este dilema é adotar políticas de ordenamentos e controle das cidades que são as reformas urbanas e revitalização de áreas relegadas.”
 LINK: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/metropolizacao.html
TEMA NOVE:Timóteo e ARMVA discutem estratégias para revisão do Plano Diretor Municipal
TXT -  ARMVA
O recorte foi retirado do site: timoteo.mg.gov.br, do dia 19/05/2017. Trata-se de uma revisão do plano diretor, um assunto abordado na matéria de Humanidades VI.
A ARMVA (Agencia da Região de Metropolitano do Vale do Aço) atua no planejamento, assessoramento e regulação urbana. Na viabilização de instrumentos de desenvolvimento integrado.
Em Timóteo ocorreu uma reunião de revisão do plano diretor, que estava prevista desde ano de 2009. Esta reunião e feita através de uma consultoria técnica e específica contratada pela prefeitura, a ARMVA empresa responsável pela consultoria.
O Objetivo desta reunião é gerar uma mobilização para uma análise da legislação do município que são a regulação urbana, gestões ambientais e desenvolvimento econômico. O pré-diagnóstico vai orientar a revisão do plano diretor de Timóteo.
A reunião ainda se encontra em debate com a comunidade, onde a mesma terá a oportunidade de participar dizendo o que a cidade precisa.
A ideia é fazer com que o governo tenha uma gestão Intersetorial, o que consolida as decisões governamentais. O plano diretor de Timóteo não é uma sequencia do metropolitano mais como um principal instrumento de planejamento Municipal, o mesmo tem que “conversar” com o metropolitano.
 


 

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017


Maressa + Kelenn 

Tema 9: QUESTÕES METROPOLITANAS - Vale do Aço

Recorte: Dissertação de Mestrado, “REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO. EVOLUÇÃO URBANA, PLANEJAMENTO E DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS”

Autor: Fábio Azevedo Vasconcelos


Análise: A Região do Vale do Aço vem sofrendo grandes transformações ao longo da sua história. A velocidade de crescimento da região não foi acompanhada de forma proporcional por um planejamento urbano municipal. Em 1998, a criação da Região Metropolitana do Vale do Aço surge como um instrumento de início de um pensar integrado, no sentido de planejar a região como um todo, entendendo-a como um único território, ou unidade de planejamento. Ainda mais recente (2012), a criação da Agência de Gestão Metropolitana do Vale do Aço veio a dar início a um planejamento territorial tão esperado e necessário para a região. No decorrer de décadas, essa falta de planejamento integrado fez com que a população sofresse impactos ambientais, sociais e econômicos, aumentando a exclusão social e a supervalorização da terra. O trabalho visa a dar um panorama histórico dessa ocupação, seus agentes e situações adversas que aconteceram no decorrer do crescimento da região Metropolitana do vale do Aço (RMVA), juntamente com suas consequências até os dias de hoje. 


Tema 8 : REGIÕES METROPOLITANAS 

Fonte: TEXTO:  O poder das regiões metropolitanas planejamento urbano alem das cidades 
http://thecityfixbrasil.com/2017/01/30/o-poder-das-regioes-metropolitanas-planejamento-urbano-alem-das-cidades/

          REPORTAGEM: Passagem de ônibus intermunicipal fica mais cara na região metropolitana de Porto Alegre
http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/noticia/2017/05/passagem-de-onibus-intermunicipal-fica-mais-cara-na-regiao-metropolitana-de-porto-alegre-9802999.html

Analise:
               O município de Coronel Fabriciano se encontra em uma região metropolitana emergente por não ter uma cidade que ocupe de forma única a função de cidade pólo, por estar em crescimento existe a possibilidade de alguns municípios do entorno (Ipatinga, Timóteo e Santana do Paraíso- são parte da RMVA) se tornar áreas de expansão. O processo de conurbação começou quando se deu o processo de instalação de importantes indústrias (Usiminas e Acesita).

O desafio maior é gerir as funções de interesse comum, então uma gestão compartilhada é fundamental para institucionalizar a região metropolitana do vale do aço.

Uma das grandes responsabilidades é fazer com que as propostas do PDDI sejam implementadas e que com isso o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida na região, sendo o PDDI um dos principais instrumentos de planejamento metropolitano.

Entender o espaço compartilhado faz com que percebamos que no cotidiano essa situação faz com que o cidadão trabalhe em um município, estude em outro e, eventualmente, resida em um terceiro, desenvolver o sentimento de cidadania além dos limites de municípios uma vez que estamos conectados em busca de um bem comum.
O PDDI da RMVA esta na quarta fase que se trata de que consiste na consolidação do macro zoneamento e a elaboração de um resumo executivo, que é o documento que irá permitir uma consulta rápida aos principais pontos do material produzido. Sendo que  as propostas para a nossa região metropolitana foram consolidadas nos seguintes eixos: desenvolvimento institucional; desenvolvimento urbano e meio ambiente; e desenvolvimento social e econômico.












Tema 7 : VITALIDADE URBANA 

Fonte: TEXTO: Fatores morfológicos da vitalidade urbana – Parte 1
http://www.archdaily.com.br/br/798436/fatores-morfologicos-da-vitalidade-urbana-nil-parte-1-densidade-de-usos-e-pessoas-renato-t-de-saboya#_=_

          TEXTO: Fatores morfológicos da vitalidade urbana – Parte 2
http://www.archdaily.com.br/br/805277/fatores-morfologicos-da-vitalidade-urbana-nil-parte-2-acessibilidade-renato-t-de-saboya#_=_


 Analise: A afinidade com os lugares é uma coisa particular de casa um, os fatores que determinam isso são enormes, afinidade se relaciona com vitalidade urbana, uma vez que esta gira em torno do uso da cidade, a vida das cidades.
Utilizar os espaços da cidade, ruas, praças, passeios e demais espaços públicos abertos.

a vitalidade urbana existe em um lugar quando ele é usado, caminhando, indo e vindo de suas atividades diárias ou eventuais, especialmente em parques e praças, mas também na rua, onde você pode ver ou se manifestar se apropriando do local criando afinidade e gerando vitalidade.Quando algo acontece de forma espontânea, esta contribuindo para a vitalidade urbana.

A densidade de pessoas na rua e espaços públicos é o ponto de manutenção dos espaços. Maiores quantidades de pessoas, usos e áreas construídas estão relacionadas com a maior quantidade de pessoas utilizando e interagindo nas ruas, essas áreas apresentam maior vitalidade em seus espaços físicos.

A densidade aqui citada trata-se daquela necessária para a vitalidade, proporção entre espaços edificados e espaços livres é entender que a cidade deve ser usada e projetada para pessoas, estas irão ocupar, cuidar e modificar o local gerando vida aos espaços. A verticalização e densificação sem critério não se tratam de vitalidades urbanas, isso pode gerar o oposto como espaços vazios e subutilizados e consequentemente mais perigosos, a cidade é um organismo vivo que se não estiver integrada não funciona.











Tema 6 : HABITAÇÃO SOCIAL

Recorte: Livro: Inserção Urbana e Avaliação Pós-Ocupação (APO) da Habitação de Interesse Social
Análise: 

Procuramos desenvolver uma abordagem fenomenológica para avaliação do uso do espaço em unidades e assentamentos residenciais populares visando a obtenção de parâmetros para futuros projetos arquitetônicos e urbanísticos (novos projetos, reformas ou intervenções pontuais). 
As questões de pesquisa com as quais trabalhamos foram as seguintes:
Como conhecer as necessidades dos usuários?
Como viabilizar a participação dos usuários nos projetos para o coletivo? 







Tema 5 : INFORMALIDADE URBANA

Fontes: Instituto Lincoln -  uma organização independente e apartidária cuja missão é ajudar a resolver desafios econômicos, sociais e                     ambientais globais para melhorar a qualidade de vida através de abordagens criativas no uso, tributação e gestão do solo.
            http://www.lincolninst.edu/es
         Texto: Questões urbanas, pobreza e falência das cidades no estado do Amapá
            Autor: José Alberto Tostes


Analise: A informalidade não se confina às construções de assentamentos informais, mas estão contidas também igualmente outras informalidades relacionadas com o acesso aos bens fundamentais, quais sejam: habitação, saneamento, acesso à energia e a água potável. Portanto, a informalidade trata-se de uma situação não convencional, aquilo que não seguiu exatamente norma ou ordem social e urbana.
Ao longo do processo de urbanização intensiva, mercados de terras especulativos, sistemas políticos e regimes, digamos que elitistas, não têm oferecido condições acessíveis a terra urbana e a moradia, para os grupos sociais mais pobres. Os desafios de política são grandes, a terra vira mercadoria na mão de poucos e os governos locais não usam o valor do solo eficazmente para financiar o desenvolvimento urbano.

Quando se fala nas questões habitacionais logo se pensa no programa minha casa minha vida do governo federal, que é voltado para a construção de casa a pessoas com baixa renda, sendo que as questões habitacionais estão contidas na informalidade, porem o programa não é totalmente eficiente uma vez que as moradias não são pensadas para o público que vai utilizá-la, não oferecem condições boas de vida pois o produto final é o que importa, mas vale resultar que o programa atendeu a uma porção do déficit habitacional.

Objetivar a regularização fundiária deve ser tratado como prioridade a fim de fornecer igualmente moradia, saneamento, infraestrutura urbana, transporte, serviços públicos, o trabalho e o lazer, ou seja, cumprir aquilo já é lei. As cidades brasileiras são fortemente marcadas pela presença dos assentamentos informais, estes vulneráveis e inseguros onde vive grande parte da nossa população.  Tratar prioritariamente a irregularidade no país é tentar mudar a situação que nos encontramos onde a informalidade urbana passou a ser regra e não exceção.








Tema 4: OCUPAÇÃO URBANA

Recorte: Livro: Planejamento e Território ensaios sobre a desigualdade

Análise: Dinâmica da estruturação da metrópole, sobre a justiça social na cidade, a segregação residencial e as desigualdades de condições de vida entre os territórios da metrópole resultam da ação dos grupos sociais interessados na apropriação da renda real, entendida como o acesso desigual ao consumo dos bens e serviços coletivos (qualidade de vida) e aos ganhos decorrentes da valorização imobiliária e fundiária dos terrenos mais bem equipados.







Tema 3: PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL 

Fontes: ARTIGO: Participação da sociedade civil na política ambiental do Governo Lula                                                                                        http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1414-753X2012000100012
 Matéria:http://www.emtempo.com.br/forum-vai-discutir-politicas-publicas-para-ciclomobilidade-em-manaus/


Analise:  Na história de formação da sociedade brasileira pode se perceber uma sociedade ligada a politica e ao estado, porém no processo ocorrido até hoje se percebe a grande influencia de movimentos sociais e associações. Nesse contexto é possível observar que estas instituições formadas pela sociedade são capazes de interferir nos processos de decisão politica e social, com isso tem-se a possibilidade de acionar esses poderes para contrapor decisões e para conter efeitos das decisões tomadas.
A articulação do estado com a sociedade civil faz parte do conjunto das politicas e programas sociais. A sociedade civil deve intervir junto ao estado e município na seleção e implantação dos projetos que rondam a cidade, uma vez que ela identifica as principais demandas. Os subprojetos dos investimentos comunitários são responsabilidade dos conselhos municipais em conjunto com associações da comunidade, a formação de instituições comunitária serve como fomento para o desenvolvimento da comunidade, exercitando a transparência e o controle social. No entanto o cenário de sociedade civil e politicas públicas muitas vezes são vistos por linhas distintas e antagônicas.
São as ONGs, os movimentos sociais, as comissões, grupos e entidades de direitos humanos e de defesa dos excluídos por causas econômicas, de gênero, raça, etnia, religião, portadores de necessidades físicas especiais; associações e cooperativas de redes de economia popular solidária; inúmeras associações e entidades com perfis variados do Terceiro Setor ( Sociedade civil). Mas a sociedade civil inclui também algumas empresas e fundações que atuam segundo critérios de responsabilidade social.
Com isso é importante ressaltar que a sociedade civil organizada é um ator essencial para a proteção e defesa dos direitos humanos, sociais e na formação das cidades.  








Tema 2 : CORRENTES URBANÍSTICAS 

Fontes: FILME: MEDIANEIRAS 
             ARTIGO: A hipermodernidade da Buenos Aires fílmica em Medianeras (Gustavo Taretto; 2011)
https://periodicos.utfpr.edu.br/rts/article/view/3007

Analise:  Apesar de se tratar de um filme possivelmente romântico,o arquitetônico parece constituir um terceiro protagonista, senão o vilão, na história que traz referência a cidade a todo o momento e possível vela como um meio de separar e unir pessoas em lugares, segundo o autor ”As separações, os divórcios, a violência familiar, o excesso de canais a cabo, a falta de comunicação, a apatia, a depressão, o suicídio, as neuroses, os ataques de pânico, a obesidade, as contraturas, a inseguridade, a hipocondria, o estresse e o sedentarismo são responsabilidade dos arquitetos.” No filme os personagens tentam se conectar no mundo virtual a cidade causa certa fobia nas pessoas, porém o espaço virtual pode se caracterizar pela falta emoções verdadeiras. A internet serve como fuga para de uma cidade caótica e que passou por um processo de crescimento desordenado que é característico de centenas de cidades ao redor do mundo.
A cidade, a solidão urbana, a incomunicação, apesar de ser imprevisível, a cidade é atrativa a convivência diária atrai e trás lembranças e sentimento de pertencimento o que leva a utilização do espaço.  A arquitetura reflete no cotidiano das pessoas e pode acarretam em solidão, ela nos faz refletir a respeito do ser e estar no mundo.
Essa parte inútil a qual o termo medianeira se refere, vem denunciar  o isolamento que acontece na cidade, um sintoma. E nós como arquitetos e urbanistas que seremos, devemos medicar essas questões.






Tema 1 : PLANEJAMENTO URBANO 

Fontes:  Livro: Cidades para um pequeno planeta – Autor: Richard Rogers, editora GG.

Analise: 

O crescimento das cidades é uma realidade vivida desde o surgimento das primeiras cidades, o desafio maior contido nesse fato está ligado a circunstâncias contextuais, a cidades se molda através do contexto.  A qualidade de vida no espaço urbano é uma das metas do planejamento urbano, elem de outros aspectos que visam o bem comum, lidar com o processo que compões a cidade antes mesmo de agir diretamente em relação a ele, uma vez que não existe um modelo exato de urbanização a ser seguindo, as cidades são distintas assim como seus problemas, alem disso, trata-se de uma conversa multidisciplinar uma vez que a questão arquitetônica esta envolvida porem ela não é o único problema, sim, ela contribui, mas resolver somente este problema não faz com que os outros sejam resolvidos, acreditamos até nem ser possível resolver esse problema sozinho, tudo esta conectado não se pode negar nenhum dos problemas ligados a produção da cidade. Além do contexto histórico a institucionalização tardia de instrumentos para o controle público da produção do espaço urbano pode ser um fator que implicou para o não estabelecimento de metas que garantam a melhoria da qualidade das áreas urbanas em constante crescimento.  Os municípios devem prever e planejar suas cidades, a ausência desses planejar traz a cidade problemas físicos e de utilização de instrumentos urbanos uma vez que o planejamento pode  antecipar possíveis problemas e deficiências na cidade, porém é importante lembrar que as mudanças não vão acontecer de uma vez, planejar previamente já é uma passo para gerir de maneira mais eficiente o crescimento e consolidação das cidades. 






sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

JAQUELINE LANNA / YURI PERBOIR

                                               PLANEJAMENTO URBANO (1)










URBANISMO ESTÉTICO/VIÁRIO (2)




EVOLUÇÃO DO URBANISMO (3)

              http://brasilescola.uol.com.br/geografia/urbanizacao-mundo.htm



  OCUPAÇÕES INFORMAIS - EM SALVADOR (4)

                                                             









                     





QUESTÃO HABITACIONAL (6)





REIDY  (7)




REGIÕES METROPOLITANAS - BRASIL -  (8)



QUESTÕES METROPOLITANAS NO VALE DO AÇO  (9)