sexta-feira, 8 de junho de 2018

COLEÇÃO 9/9 - JÚNIA ALMEIDA

MAPA CONCEITUAL 09
Tema: Questão metropolitana e  RMVA
Link: Vale do Aço tem capitais regionais









Análise critica :


Na década de 60, aproximadamente,  as cidade de Ipatinga, Coronel Fabriciano e Timóteo entraram em um intenso processo de urbanização. Segundo o jornal Diário do Aço, no ano de 1966, os municípios deixaram de ser considerados como Centro de Zona e passaram a ser considerados como Capitais Regionais. O governo estadual fundou em 1974 a Associação dos Municípios do Vale do Aço – AMVA, como parte de uma política de planejamento microrregional para ser referência em termos de conjuntos de atividades e centros administrativos. O Vale do Aço tem apresentado grande área de influência de âmbito econômico e regional, que funciona como referência em termos de comércio, educação e lazer, como é o caso do Shopping do Vale do Aço, as universidades e centros educacionais, e o polo industrial com diversas indústrias e empresas que atuam na região, gerando mais educação, emprego e qualidade de vida.

COLEÇÃO 9/9 JOÃO VICTOR


https://www.diariodoaco.com.br/ler_noticia.php?id=2909&t=pddi-da-rmva-caminha-para-conclusao-




COLEÇÃO 9/9 - GILDO ALVES


COLEÇÃO 09 - QUESTÕES METROPOLITANAS NO VALE DO AÇO
Fonte: www.diariodoaco.com.br/ler_noticia.php?id=34034&t=lei-que-criaagencia-metropolitana-do-vale-do-aco-e-publicada-no-minas-gerais

ANÁLISE CRÍTICA
Os conteúdos estudados e analisados com apoio de pesquisas feitas para melhor
entendimento do tema do TP1 foram os slides de aula da matéria Humanidades VI: Teorias
Sociais e Planejamento Urbano das aulas intituladas 8 e 9 juntamente com o documento
RMVA_Centralidade.
As pesquisas além do conteúdo lido disponibilizado, foram regionais e nacionais, foi
procurado para entendimento do tema, notícias e artigos que se encaixam na situação da
Região Metropolitana do Vale do Aço, que poderiam auxiliar a compreensão desse tema tão
importante para planejamento e melhoria social das cidades do Vale do Aço e de seu colar
metropolitano analisado durante o desenvolvimento do trabalho.
As notícias e artigos analisados foram: “Integrar as funções públicas de interesse comum é
desafio”; documento disponível na internet da Lei Federal 13.089, de 2015 ; a notícia
“Política Nacional de Resíduos Sólidos .No contexto nacional e no Vale do Aço - MG”;
artigo: Centralidades Metropolitanas Da Rmva: Identificação E Classificação; notícia:
“Agência de Desenvolvimento do Vale do Aço aprova regimento da III Conferência
Metropolitana” e o texto “A centralidade metropolitana em pedaços: reflexões sobre os
novos centros e suas centralidades.” da revista online Cidades 2015 da Unesp.
Com o apoio das pesquisas foi elaborado um mapa conceitual exemplificando a ligação do
conteúdo da aula da matéria, a parte que mais chamou atenção durante o desenvolvimento
do trabalho foi a importância do planejamento urbano e como ele atinge positivamente ou
negativamente de acordo com sua diretrizes em execução em regiões metropolitanas, e
como é primordial a pesquisa e análise das áreas urbanas, para auxiliar as decisões que
envolve toda sociedade e o planejamento das políticas públicas que envolvem os hospitais,
as escolas a saúde pública entre outros setores, isso tudo abrange o bem estar de toda
população de uma região e contribui para planejamento futuro das próximas gerações que
usaram do mesmo espaço territorial.
Quando se fala de centralidade urbana dentro das regiões metropolitanas o estudo é ainda
mais profundo, porque para se definir uma região como central de uma cidade ela deve
dispor de recursos de fácil acesso a população, que promova o bom funcionamento da
cidade, a região central de uma área urbana é aquela que dispõe de equipamentos de uso
públicos, são intituladas como indutores de deslocamento e de concentração econômica,
são identificadas e assim definidas por um conjunto de elementos definidores, que analisam
sua estrutura territorial em questões de uso e ocupação do solo dentro das cidades.
A centralidade urbana da metrópole concentra o comércio de variados bens e serviços de
alta complexidade em seu território. A metrópole devido a grande densidade econômica e
populacional, tem a capacidade de oferecer bens e serviços não apenas para a população
dela ou da região metropolitana, mas para a toda a região na qual ela está inserida.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Coleção Lara Abrantes

COLEÇÃO IX
TEMA 9: QUESTÕES METROPOLITANAS NO VALE DO AÇO
FONTE:  https://www.diariodoaco.com.br/ler_noticia.php?id=34034&t=lei-que-criaagencia-metropolitana-do-vale-do-aco-e-publicada-no-minas-gerais


Análise Crítica

  É evidente que para gerir uma região metropolitana é necessário a criação de uma agência que através de instrumentos de planejamento seja capaz de oferecer a suas populações infraestruturas e serviços adequados, afim de concretizar experiências bem sucedidas e assim colaborar para o desenvolvimento regional e até mesmo nacional.
  Em 2012 foi criada a Agência Metropolitana do Vale do Aço que está vinculada a Secretaria Extraordinária de Estado de Gestão Metropolitana (Segem), integrando os municípios de Ipatinga, Timóteo, Coronel Fabriciano e Santana do Paraíso, além dos que fazem parte do Colar Metropolitano.
  Apesar de ter sido criada recentemente, a instituição da Agência já é um grande avanço para que a Região Metropolitana do Vale do Aço possa ser concretizada em todos os aspectos.
  Além disso, a ARMVA irá beneficiar com suas diversas competências a Elaboração do Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado, e apoiar a execução de funções públicas de interesse comum, que englobam atividades e ou serviços cuja a realização por parte de um município, isoladamente, seja inviável, ou cause impacto nos outros integrantes da região Metropolitana.
  Portanto, o que resta é fiscalizar as ações da Agência para que os interesses não sejam desviados e sim para que a ações sejam realizadas de forma concreta beneficiando o interresse comum e o desenvolvimento da região...